Para realização de obras sob, sobre e nas margens das águas jurisdicionais brasileiras, visando o ordenamento do espaço aquaviário e a seguranca da navegacao.

  • Pesquisa e lavra de minerais;
  • Dragagens e aterros;
  • Portos ou instalações portuárias, cais,píeres,molhes, trapiches, marinas ou similares;
  • Viveiros de seres aquáticos ou similares para aquicultura;
  • Lançamento de petrechos para atração e/ou captura de pescado;
  • Lançamento de cabos e dutos submarinos ou estruturas similares;
  • Construção de pontes rodoviárias ou similares sobre águas;
  • Cabos e dutos aéreos e estruturas similares;
  • Plataformas e unidades de produção de petróleo ou gás;
  • Dispositivos flutuantes, flutuadores ou embarcações fundeadas não destinadas à navegação;
  • Bóias de amarração de embarcação; e
  • Bóias de amarração para navios de cruzeiro e outros.

Construções que se caracterizam como obras sobre água e são precedidas de aterro e/ou enrocamento, poderão provocar alterações sensíveis no regime de água da região, tendo como resultado um assoreamento de tal monta que poderá prejudicar a navegação local com alterações de profundidades.

Será apresentado como documento adicional ao processo de obras um estudo detalhado e criterioso das alterações que poderão trazer danos à navegação, propiciando condições seguras à emissão do parecer da MB.

Este trabalho, denominado estudo de alterações de fluxo hidrodinamico será precedido de coleta de informações locais de correntes e marés, posterior aplicacao do modelo numérico RMA2 (modelo barotrópico de elementos finitos, capaz de simular a circulação de água em áreas intermareais ,sujeita à emersão e submersão).
A manipulação do modelo será realizada através da interface SMS (Surfacewater Modeling System) da EMS-i.

Estudo de Caso

Previsão das alterações no fluxo hidrodinâmico provocado por construção de enrocamento no canal de Cotegipe Salvador - Bahia

Domínio do modelo com a malha de elementos finitos definida, mostrando a resolução da malha progressivamente maior em direção ao Canal de Cotegipe.




Distribuição dos vetores de velocidade no momento de velocidade máxima do fluxo de enchente no cenário batimétrico atual e modificado.







Resultados – Fluxo hidrodinamico antes e depois da inclusão do enrocamento


Cenário atual




Cenário modificado


Voltar ao topo